Eixos temáticos

Este eixo aborda a história recente da América Latina e suas tensões políticas, econômicas e sociais, relacionadas aos direitos humanos, aos laços sociais, à subjetividade e às lutas territoriais. Inclui reflexões sobre políticas públicas, desigualdades sociais, movimentos sociais, determinação social da saúde, violências institucionais, práticas comunitárias em prol do bem-viver, resistências coletivas e o papel ético-político de estudantes e trabalhadores rurais.
 
Inclui alternativas ao manicômio, articulação entre o SMC e a APS, abordagem intersetorial, participação comunitária, redes de familiares e usuários, estratégias contra o estigma, arte e cultura para a inclusão, acompanhamento em situações de emergência e práticas relacionadas ao consumo sob a perspectiva da redução de danos.
 
Explora experiências associativas, cooperativas e de empresas sociais; processos de gestão coletiva; o trabalho como vetor de inclusão; a participação democrática; a combinação de recursos; e o impacto subjetivo do trabalho coletivo.

 

Este eixo integra perspectivas críticas, feministas e descoloniais para abordar questões de gênero, cuidados, interculturalidade, povos indígenas, migrações, pobreza, exclusão social, diversidades e experiências específicas ao longo da vida. Ele recupera práticas comunitárias que enfrentam violações institucionais e constroem alternativas de cuidados.
 
Debates epistemológicos e metodológicos; pesquisa participativa e decolonial; justiça epistêmica; sistematizações; processos coletivos; crítica aos critérios hegemônicos de validade.
Experiências pedagógicas com enfoque comunitário; participação dos usuários no ensino; determinantes sociais; propostas formativas contextualizadas.
 
Práticas universitárias que fortalecem processos de reforma e criam laços transformadores com os territórios.

 

Neste eixo, buscamos identificar, reconhecer e compartilhar as diferentes culturas das comunidades latino-americanas para compreender suas relações com a saúde mental comunitária. Para isso, convidamos todas as pessoas, independentemente de sua condição, a refletir sobre: a história de sua comunidade, os lugares de pertencimento, as expressões artísticas, as pontes entre a loucura e a sanidade, as características da saúde mental comunitária, o reconhecimento cultural, a deficiência e a acessibilidade psicossocial.